A Economia Circular no Varejo traz vantagens como redução de custos, melhora da imagem, fidelização de clientes, inovação em produtos/serviços, eficiência operacional, segurança regulatória, criando ciclos mais sustentáveis e lucrativos.
Não podemos ignorar que para vender produtos, precisamos de recursos. Todos esses recursos são provenientes, de alguma forma ou de outra, do meio ambiente.
Economia Linear
Como existem recursos finitos, se não preservar ou mudar a forma de fazer negócio, podemos deixar de ter produtos por falta de matéria-prima ou insumo, sendo um risco da Economia Linear.
No entanto, a transição para Economia Circular, cujo modelo de negócio evita o resíduo e/ou desperdício, está para garantir que esse cenário fique cada vez mais longínquo, assim, o Varejo deve aproveitar essas tendências e atrair mais clientes.
Consumo consciente
Os modelos de negócios no Varejo se baseiam, principalmente, na venda de produtos ou serviços demandada pelo consumo dos seus clientes.
Entretanto, cada vez mais, por questões econômicas, pelo nível de consciência das pessoas, pelo impacto gerado pelo consumo desenfreado, percebo como o Varejo deve se reinventar para atrair e fidelizar seus clientes.
É possível enxergar tendências crescentes no varejo: as roupas de segunda mão; equipamentos eletroeletrônicos remanufaturados; produtos vendidos como serviço, principalmente quando o consumidor reconhece que é melhor usar do que ter; oferta de produtos mais duráveis ou de fácil reparo (apesar da obsolescência programada e tecnológica), são formas do Varejo incluir a Economia Circular no seu negócio.
Além disso, na operação do Varejo, quando os processos são otimizados, para evitar desperdícios, princípios da Economia Circular são adotados.
Plataformas de revenda de consumidor para consumidor (C2C), aluguel de produtos, compartilhamento de produtos, programas de logística são formas de adotar a Economia Circular no Varejo, diversificando a experiência dos consumidores e atraindo clientes mais conscientes.